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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Às vezes

"Às vezes pensar para agir
Às vezes agir sem pensar

Às vezes a primeira impressão não é a que fica
Às vezes o que ficam são muito mais que impressões

Às vezes olhar para sentir
Às vezes sentir para olhar

Às vezes nada disso faz sentido
Às vezes o sentido depende do ponto de vista

Às vezes o inesperado se torna único
Às vezes o único se torna esperado

Às vezes se aquele quarto falasse
Às vezes se algo voltasse

Às vezes sem o "se"
é o que realmente é

Às vezes sem o "às"
é A vez

Às vezes sem o "às vezes"
são todas as vezes

Às vezes tudo acaba

Às vezes o fim é um início

Às vezes...

Às..

vezes...

Há vezes!"


Escrevi isso há uns 4 anos atrás, achei ontem arrumando uns documentos meus, e lembrei que o blog estava precisando de um post e resolvi postar.
Bom, é só pra dar vida ao blog mesmo!

Luíza

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Compreensão!

Sempre achei necessárias palavras em evolução no nosso eu. E um dia destes qualquer, uma tarde que me fez trocar a roupa e caminhar olhando para o lago de Porto Nacional. Cidade onde resido e tenho passado meus dias de diversão e muita reflexão. Não vou dizer de estudo, pois ficaria muito óbvio. Afinal, a Universidade é a grande responsável pela estrada que me troxe aqui, e que agora percorro.
E pensando diante do que sou, ou melhor, tenho conhecido de mim; é o que me faz crescer e quem sabe um dia poder dizer, firmemente, palavras para ajudar um coração, uma mente perdida, desiludida e com medo de errar.
Hoje apenas sei que estou tentando ser... E neste processo longo, criterioso e difícil, tenho refletido muito.
Como havia dito, fui caminhar e olhando para o infinito céu em um lindo fim de tarde; Comecei a pensar na palavra compreensão. Afinal, precisamos da atenção dela para conosco! Como usá-la muitas e muitas vezes com quem convivemos e com nosso próprio jeito de ser!
Estive a pensar o que é compreender para mim. E sei que compreender não é aceitar, é tolerar características das pessoas e nossas também, mas sempre esperando mudança! Essa mesma que se faz presente e extremamente necessária na evolução do ser.  Compreendemos aos pais, amigos e amor... Ou pelo menos tentamos! E quando dissemos do amor, percebemos a necessidade de se compreender, ou seja, ser paciente, tolerante e flexível. Isso também faz parte do autoconhecimento, um teste de capacidade diante de nós e da vida. Não considero um aspecto negativo ser passivo diante do que queremos, e deixamos passar por tanto esperar. Pois saber esperar os momentos, é sinal de autoconfiança e maturidade chegando. Afinal, toda situação, não apenas para um bom biólogo, e sim para todos, é preciso ser observada. Observar-nos, é acalmarmo-nos diante da própria essência e deixá-la movimentar-se dentro de nós, e aos poucos clarear-se a partir de nossas reflexões; para aos poucos percebermo-nos e assim conhecer nossa própria imagem. E para isso, é preciso o silencio da calma da alma, a compreensão de se esperar para posteriormente poder se entender. Isso é importante também para nos diante das convivências; mas mesmo tolerando, independente da situação, sempre espera-se que a mudança chegue. Principalmente, que a vontade de se melhorar mostre-se e mesmo que devagar, que ela  movimente-se e busque a mudança que decidiu ser.

                                                                                                                                            
                                                                                                                                         Mi Lóis

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CADÊ ESSE POVO QUE EU NÃO CONHEÇO?

Aí galera gostaríamos de comunicar:
Após uma reflexão de vários semestres consecutivos, chegamos à conclusão de que precisamos movimentar o curso de biologia do campus de Porto Nacional. E agora, na posição de veteranos, formandos e dinossauros, sentimos o peso dessa obrigação, obrigação de passar uma digna herança aos nossos calouros.   
                Herança essa que consiste em festas que honrem os nossos hinos “biologia, biologia, é mulhê boa, cachaça e putaria!” “Sexo, orgia, biologia!”. Percebemos que há hoje no nosso curso uma imensa segregação e não conhecemos quase ninguém que esta entrando, e talvez pela nostalgia que bate quando nos vemos prestes a sair da faculdade, sentimos necessidade de conhecer os rostos novos que se adentram na nossa querida universidade. Sendo assim, avisamos que esse semestre teremos a festa intitulada “CADÊ ESSE POVO QUE EU NÃO CONHEÇO?!”.
                Para mais detalhes da festa acompanhem o blog.





 PS: mesmo falando em movimentar o curso de biologia, queremos deixar claro que nossos amigos historiadores são sempre bem-vindos!!!!